O que pode levar alguém a uma análise?
Quando algo se repete
Há situações, escolhas e formas de se relacionar que parecem retornar, mesmo quando se deseja fazer diferente. A análise pode abrir um espaço para escutar o que se produz nessas repetições.
Quando algo não encontra palavras
Há sofrimentos que não chegam como uma questão já formulada. Aparecem antes como angústia, inquietação, mal-estar ou como a sensação persistente de que algo insiste sem ainda poder ser nomeado.
Quando os laços se tornam um impasse
Relações amorosas, familiares ou profissionais podem colocar o sujeito diante de conflitos que se repetem, expectativas difíceis de sustentar ou perguntas sobre o lugar que ocupa diante do outro.
Quando o corpo entra em questão
O corpo também pode se tornar um lugar de exigência, comparação, estranhamento ou insatisfação. A análise pode abrir para uma compreensão sobre o que se produz nessa relação com o próprio corpo e sobre os sentidos que ela adquire na história de cada sujeito.
Quando algo deixa de fazer sentido
Há momentos em que aquilo que antes parecia orientar escolhas e caminhos perde sua evidência. Mudanças, perdas ou impasses podem fazer surgir dúvidas sobre o que se quer e sobre o lugar que se ocupa na própria vida. A análise pode abrir espaço para que essas questões sejam escutadas e elaboradas.
A PSICANALISTA

Sou psicóloga formada pela PUC-Rio, mestranda no Programa de Pós-Graduação em Psicanálise da UERJ e pós-graduanda em Transtornos Alimentares, Psicanálise e Cultura pela ESPE.
Ao longo da minha formação como psicanalista, fui me aproximando cada vez mais das questões que envolvem o corpo, a imagem e as formas contemporâneas de sofrimento. Hoje, minha pesquisa se dedica especialmente a compreender como as redes sociais e os imperativos neoliberais atravessam a constituição do corpo e a maneira como cada sujeito se relaciona consigo e com o outro.
Na clínica, minha escuta também é atravessada pelos imperativos de nossa época e pelas formas que o sofrimento assume na contemporaneidade. Considero esse olhar fundamental para uma prática ética e atenta aos sintomas contemporâneos, sem perder de vista a singularidade com que cada sujeito vive e responde ao seu tempo.
A primeira sessão
A primeira sessão é um espaço para falar livremente sobre o que levou você a procurar uma análise, sem a necessidade de organizar previamente aquilo que deve ser dito.
É também um momento para nos conhecermos e entendermos, juntas, de que forma o trabalho analítico pode começar a se construir a partir das questões que surgirem nesse encontro.

